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Preserve o que é nosso!

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Gravatá na Mídia
Ministério Público quer barrar empreendimento previsto para praia da Capital
Escrito por Fábio Bianchini   
Qui, 14 de Agosto de 2008 23:39

Audiência pública na Câmara dos Vereadores discutiu o projeto da Ponta do Gravatá

O loteamento do terreno da Ponta do Gravatá, entre as praias Mole e Joaquina, no Leste da Ilha de Santa Catarina, é irregular. A afirmação é do promotor de Justiça Thiago Carriço, do Ministério Público (MP) Estadual, durante a audiência pública que discutiu o projeto de construção de um empreendimento de turismo, nesta quinta-feira na Câmara dos Vereadores.

De acordo com Carriço, o MP recolheu provas de que a área era um único terreno, pertencente ao morador Joaquim Felisberto. A divisão em 23 lotes, datada de 1996, seria irregular pois a legislação não permite o desmembramento de terrenos localizados em Área de Preservação com uso Limitado (APL), como é o caso do local.

Máximo de três casas

Essa limitação inviabiliza a obra como foi planejada. A divisão permitiria mais construções, já que o máximo ali é de três casas. Além disso, a distância máxima permitida entre elas é de 50 metros ou, em casos excepcionais, 100 metros.

No caso de não haver outros impedimentos, só seriam autorizadas três casas no terreno, uma das quais já está construída, à beira da estrada, a Rodovia Manoel de Menezes, que leva da Lagoa da Conceição à Barra da Lagoa e costeia a Praia Mole. As outras duas ficariam também daquele lado do terreno e longe da Praia do Gravatá. O projeto prevê um conjunto de 10 casas isoladas.

A audiência reuniu cerca de 120 pessoas. Marcos Saes, advogado da Tandal, empreendedora interessada na obra, destacou que não haverá edificação na ponta, na praia e no costão e que a pesca artesanal, os registros arqueológicos e as práticas esportivas serão respeitados e valorizados. Além disso, diz, a taxa de ocupação será inferior a 5%. O máximo permitido em APL é 10%.

 

(Diário Catarinense -  Geral - Link para a matéria)

 
ONG pede revisão de viabilidade de obra
Escrito por Diário Catarinense   
Qui, 31 de Julho de 2008 00:00

Alvo é projeto de construção de bangalôs e pousada no Leste da Ilha

O movimento SOS Gravatá pediu ontem revisão da viabilidade de construção de obras no Canto do Gravatá, na Capital.

O local fical entre as praias Mole e Joaquina, no Leste da Ilha. O pedido foi encaminhado ao prefeito Dário Berger e ao secretário de Urbanismo e Serviços Público, José Carlos Rauen.

O movimento, formado por 14 entidades e comunidade, pediu para que o prefeito levasse em conta a transformação do Canto do Gravatá em parque. A medida foi aprovada em audiência pública, realizada em maio, para a elaboração do Plano Diretor Participativo do Florianópolis.

Eles ainda pedem a revisão da transformação de Área de Preservação Permanente (APP) em Área de Preservação com Uso Limitado (APL). O terreno de 160 mil metros quadrados fica 15% em APP e 85% em APL. De acordo com a legislação, os proprietários têm direito de construir em 10% de uma APL.

- Pelo nosso entendimento, a região inteira tem todas as características de APP - disse um dos integrantes do movimento, Anderson Djalma de Souza.

Ele acrescentou que um estudo técnico tem sido preparado para comprovar que a área é toda de preservação permanente.

O material será encaminhado à audiência que discutirá o assunto na Câmara de Vereadores, no dia 14 de agosto.

 

(Diário Catarinense -  Ed.8147 - Link para a matéria)

 
Catarinenses protestam contra construção de pousada PDF Imprimir E-mail
Escrito por Do G1, em São Paulo   
Dom, 27 de Julho de 2008 22:39

Protesto contou com a realização de campeonato de surfe.
Segundo arquiteto responsável, projeto é de baixo impacto ambiental.

Cerca de 500 pessoas participaram neste domingo (27) de um protesto contra a construção de uma pousada na praia do Gravatá, no Leste da Ilha de Santa Catarina.

A movimentação começou às 10h, com um campeonato de surfe montado na Praia Mole especialmente para o evento. Após o campeonato, o grupo saiu em passeata pela Rodovia Manoel de Menezes até a praia do Gravatá.

Segundo o arquiteto responsável pela obra da Tandau Empreendimentos, André Schmidt, a empresa possui os terrenos há mais de 30 anos e que o projeto, de mais de cinco anos, é de baixo impacto ambiental. "Iremos construir somente onde a lei permite", afirmou.

G1 - Link Direto p/ Artigo

Última atualização ( Seg, 28 de Julho de 2008 00:08 )
 
Protesto contra contrução de pousada em praia mobiliza 500 pessoas em Florianópolis
Escrito por Fábio Bianchini   
Dom, 27 de Julho de 2008 22:20

Projeto prevê empreendimento no Gravatá, entre a Mole e a Joaquina

Cerca de 500 pessoas participaram neste domingo de um protesto contra a construção de uma pousada na praia do Gravatá, entre a Mole e a Joaquina, no Leste da Ilha de Santa Catarina.

A movimentação começou às 10h, com um campeonato de surfe montado na Praia Mole especialmente para o evento. Guga Arruda, Tiago Bianchini e Davi de Jesus, todos participantes do Super Surf (equivalente à primeira divisão do surfe profissional do Brasil) foram competidores; Fábio Gouveia e Xandi Fontes eram júri e Teco Padaratz o narrador.

Neco Padaratz, mesmo de fora da competição, compareceu e pegou algumas ondas mais tarde, quando o grupo já estava no Gravatá.

— O pessoal todo quis participar porque quem surfa aqui sabe a importância de preservar essa área — disse Davi, um dos mais engajados no projeto: depois de surfar, percorreu a trilha várias vezes para ajudar em detalhes da organização da caminhada e orientar os participantes na escolha do caminho menos trabalhoso na volta.

Após o campeonato, que reuniu cerca de mil espectadores, o grupo saiu em passeata pela Rodovia Manoel de Menezes, por volta do meio dia, até a entrada do caminho que leva ao Gravatá, próximo ao Bar Latitude.

É ali que devem ficar a sede da pousada e bangalôs, caso o projeto seja aprovado. Entre os que aderiram e os que deixaram o grupo no caminho, cerca de 500, de acordo com estimativas de policiais militares no local, foram até o rancho de pescadores na praia.

Após a caminhada, a maior parte retornou para a Mole e o show musical com integrantes da banda Dazaranha. Outros foram conhecer o sítio arqueológico do local, enquanto os organizadores chamavam para a audiência pública que discutirá o assunto na Câmara de Vereadores de Florianópolis no dia 14 de agosto, às 14h30min.

O arquiteto responsável pela obra da Tandau Empreendimentos, André Schmidt, diz que a empresa possui os terrenos há mais de 30 anos e que o projeto, de mais de cinco anos, é de baixo impacto ambiental.

— Iremos construir somente onde a lei permite — afirma.

(Diário Catarinense -  plantão - Link para a matéria)

 
Obra na orla gera polêmica
Escrito por Tatyana Azevedo   
Dom, 27 de Julho de 2008 00:00

Moradores locais e construtora divergem sobre impacto de imóveis

A construção de residências e uma pousada no Canto do Gravatá, entre as praias Mole e Joaquina, no Leste da Ilha, em Florianópolis, mobiliza a comunidade local neste domingo, a partir das 10h. Moradores da região reivindicam a preservação da área.

O terreno de 160 mil metros quadrados fica 15% em Área de Preservação Permanente (APP) e 85% em Área de Preservação com Uso Limitado (APL). De acordo com a legislação, os proprietários têm direito de construir em 10% de uma APL. Para o Canto do Gravatá estão previstos uma pousada com 25 apartamentos e quatro bangalôs e um complexo de até 15 casas.

- Todo aquele local já foi uma APP, mas as mudanças de zoneamento da cidade comprometeram essas áreas. Nossa comunidade contesta isso. Daqui a pouco, todas as áreas daqui estarão edificadas - argumenta um dos representantes do grupo SOS Gravatá e membro do Verde Futuro, Bira Schauffert.

O arquiteto responsável pela obra da Tandau Empreendimentos Turísticos, André Schmitt, argumenta que a empresa possui os terrenos há 30 anos e que o projeto, de mais de cinco anos, é de baixo impacto ambiental.

- Somos proprietários de uma área de APL e iremos construir apenas onde a lei permite. Nada será feito junto à praia e na ponta do Gravatá, conhecida como Cabeça do Dragão. Essas áreas serão totalmente preservadas - explicou.

Viabilidade já foi negada há dois anos

A pousada com os bangalôs ficará no topo do morro, próximo ao local que hoje é usado como rampa de vôo livre. Em um nível mais abaixo serão construídas as casas.

O secretário de Urbanismo e Serviços Públicos e diretor-superintendente da Fundação Municipal de Meio Ambiente de Florianópolis, José Carlos Rauen, informou que há cerca de dois anos a empresa entrou com um pedido de viabilidade para a construção, que foi negado. Na época, havia uma discussão sobre se o caminho que levava ao local seria uma trilha de pescadores ou uma estrada. Através de uma decisão judicial, a empresa conseguiu a autorização para a viabilidade provando que o acesso era uma estrada.


(Diário Catarinense -  Ed N° 8143 - Link para a matéria)

 
LIGUE-SE
Escrito por Cacau Menezes   
Sex, 11 de Julho de 2008 00:00

 

- LIGUE-SE - Ministério Público Federal, na próxima segunda-feira, às 16h, estará apreciando a denúncia de ocupação irregular de um futuro projeto de hotel e pousadas na Ponta do Gravatá, na Praia Mole.


(Diário Catarinense -  Ed N° 8127 - Link para a coluna)

 
Frase do ano
Escrito por Cacau Menezes   
Ter, 03 de Junho de 2008 00:00

 

- A praia é Mole, mas a lei é dura.


(Diário Catarinense -  Ed N° 8088- Link para a coluna)

 
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